E se Natal não tiver HUB ??

27/02/2016

PDF 583 

O que restará das expectativas, com uma não implantação de um hub internacional, se as expectativas não forem consolidadas com as empresas esperadas. Deve-se abortar uma decolagem, ou arremeter um pouso? Um avião tem suas rotas e seus destinos, com rotas e pistas alternativas, para qualquer eventualidade, o conhecido e afamado plano B. Tudo ao comando e controle da torre.

Pistas e aeroportos mais ao sul, já oferecem pousos sem custos, para aviões cargueiros. A tecnologia e a industria aeronáutica evolui construindo aviões com capacidades maiores e com maiores autonomias, tornando desnecessário uma pista na esquina do continente. Aviões atravessam o espaço aéreo de Natal, sem a necessidade de pouso técnicos, para reparos ou abastecimentos. Há de se buscar novas alternativas e novas expectatitvas, para a não concretização de um Hub. Rotas e destinos alternativos. Natal é um ponto geográfico e estratégico. O mundo já deixou bem claro isto, um ponto CAVOK.

Esta na hora de discutir e pensar o que Natal/RN ganha, ou pode ganhar,  não hospedando um Hub. Natal/RN é, e sempre foi um ponto estratégico, para o mundo, vide Fortaleza dos Reis Magos e o marco de Touros, lá próximos a data do descobrimento. Europeus logo deixaram suas marcas estabelecendo suas posses. Pesquisaram, ocuparam, e enterraram suas botijas, caso um dia voltassem. Há muitas marcas de presença de estrangeiros na Grande Natal.

Primeiro deixaram seus marcos e marcas. Usaram inicialmente a cana de açucar para marcar sua presença, depois inseriram o gado e outras culturas. A atividade pecuária e agrícola marcando a presença na terra. E o açúcar que era entendido como uma riqueza, aumentando a valorização da terra e a sua defesa. Justificou-se assim a presença de um forte, que alguns chamam de fortaleza. Não importando a nomenclatura, a edificação na foz do rio Potengi foi construida para marcar presença e fazer uma defesa. A defesa da terra que poderia ter outras riquezas.

Com usinas de cana de açúcar e criação de gado, foi possivel fabricar açúcar e rapadura, charque ou carne de sol, a ração dos sertanistas, que procurariam outras riquezas, embrenhando-se no sertão. Com o conhecimento do indígena, incluiu-se na dieta, a farinha e a tapioca, combinando com a pesca. Com farinha, peixe e carne, mais o sal, já era possivel manter pessoas na terra. Com rapadura, charque e farinha, as incursões estavam garantidas. E assim transcorreu durante o Império e a Republica.

Logo após a Primeira Guerra, Pierre Latécoère, um francês, com a intenção de usar os aviões remanescentes da guerra, criou um correio aéreo postal, a Aeropostale, hoje estampada em camisas e camisetas. Fernando de Noronha e o rio Potengi, tiveram grande importância recebendo os hidro-aviões. Depois chegaram os aviões que pousavam em pistas. E uma pista na zona norte de Natal foi construida, para receber os imigrantres, muitos hoje, enterrados no cemitério dos ingleses. No tempo em que todo estrangeiro, era chamado de inglês.

Na Segunda Guerra chegaram os americanos construindo uma base aérea, e deixando o titulo de Trampolim da Vitória, hoje o local pertence a Parnamirim/RN. E a partir do extremo do continente traçaram seus planos. Um vertente histórica entende, que Natal foi escolhida pelas condições de potabilidade e saneamento, não queriam expor seus soldados aos males antigos. Antes do Brasil chegar na Itália, acordos foram feitos às margens do Potengi, entre o presidente brasileiro e o dos americanos.

E em Natal/RN, mais precisamente em Parnamirim/RN, foi instalada a Barreira do Inferno colocando Natal/RN na corrida espacial. No campo de experimentos da Barreira foram lançados os primerios foguetes de pesquisa atmosférica. Mas perdeu o espaço para a Base de Alcantara/MA, bem mais proxima da linha do Equador. E o link com São José dos Campos/SP foi rompido.

Enquanto o Brasil fazia testes com os primeiros foguetes, o mundo já produzia foguetes capazes de colocar satélites em órbita. E enquanto o Brasil olhava um foguete subindo, outros paises já olhavam lá de cima. A tecnologia de observação a partir do espaço, evoluiu, podendo pesquisar o solo e o sub solo. Descobertas de novas reservas minerais, apenas confirmam o que já pode ter sido visto lá de cima. O que tem valor economico, pode ser manipulado com estratégias de ambiente não salutar, invadido por mosquitos, baixando cotações no mercado internacional. Colocando o pais como um local de risco, para novos investimentos. As plantações, as colheitas e as safras tambem estão conectadas com satélites. E quem sabe se já não observam o mundo, a partir da Lua.

Talvez Natal/RN seja um bom ponto estratégico para alguma companhia aérea, instalar um hub. Mas pode não ser interessante para os paises e empresas que tem outros interesses mais profundos, na Terra, na Lua e no Espaço. 

Em 24/02/16 Roberto Cardoso “Maracajá” Produtor de conteúdo (Branded Content) 

Texto para Substantivo Plural 

466
{{ (like/total)*100 | number:2 }}%
Avaliação:

{{ (like/total)*100 | number:2 }}%

({{ like | number:0 }})votos

{{ 1*100 | number:2 }}%

({{ like | number:0 }})votos
Free Space
Free Space
Danger
Roberto Cardoso (Maracajá)
  28.243
  99.39%
Comentários