Sobre um conhecimento contido nas ruas - Tomo II

28/02/2016

Conjunto de textos focado em conhecimentos contidos em ruas, praças e avenidas, a partir de um ponto de vista da Grande Natal. O olhar a partir do lugar onde se pisa. Um aprendizado fora das salas de aulas. Textos publicados no Jornal de Hoje. Natal/RN.

Textos encontrados em diversos sítios da internet.

Roberto Cardoso “Maracajá”

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O conhecimento que circula pelas ruas (parte 1)

As pessoas, as ideias e as cidades um dia nascem. Ideias e cidades nascem ou renascem com novas visões e novas interpretações, com novas e outras pessoas, participando, reinventando e inovando. Um conhecimento vem surgindo pelas ruas, não tão recente, mas envolvente. Sendo necessário que se reconheça, o interprete, e se reinterprete. E o respeite, para um novo renascimento, de uma nova sociedade. Este conhecimento estabelece critérios de espaços e regras, para que a sociedade avance nos novos conceitos de informação e conhecimento. Informações e comunicações, que circulam pelas ruas, e até na palma da mão. Uma nova sociedade com um respeito entre os grupos participantes, entre maiorias e minorias.

O Brasil é o resultado de ocupações e invasões; migrações e imigrações; nascendo e renascendo com as influencias deixadas e absorvidas por outros povos, de outras cidades e de outras nações. Vive e revive com influencias vindas de outras terras, associadas ao povo e a cultura local, uma sociedade que esta sempre em mutação.

As chamadas pinturas rupestres tinham como objetivo um conhecimento ou uma informação, a ser transmitida. Informações e conhecimentos, que poderiam servir aos que estavam ali presentes enquanto eram grafadas as imagens sobre a rocha (matriz arqueológica); poderiam servir a um grupo reunido depois de formada a grafia, diante um facilitador e comunicador. Como também poderiam ser destinadas aos próximos elementos de um grupo que ali um dia viessem a passar. Andarilhos, exploradores, caçadores ou simples coletores de frutos silvestres. Pessoas de um mesmo grupo que pudessem entender seus significados ali estampados. A presença de quadros de avisos é comum em empresas, quartéis e escolas, normalmente localizados em corredores e locais de grande fluxo de pessoas, para informar aqueles que por ali passem, tal como a matriz arqueológica, modernizada e atualizada.

A sala de aula como uma caverna que abriga um conhecimento. Até os dias de hoje, professores escrevem em paredes para que o grupo presente em sala de aula compreenda os significados dos aprendizados transmitidos, por textos e símbolos colocados pelos professores sobre a lousa. Ao longo de uma história didática os professores já escreveram nas paredes com giz e com canetas hidrográficas, a matriz arqueológica atualizada, de acordo com um tempo e um momento. A fogueira que iluminava as cavernas foi substituída por lâmpadas, que alem de iluminar melhor o ambiente, simbolizam as ideias.

Hoje com uma tecnologia, professores e palestrantes, podem projetar as imagens desenhadas, planejadas e desejadas sobre uma tela ou uma parede. Professores e conferencistas ainda podem disponibilizar a gravação de suas informações em pendrives, ou para enviar por e-mail. Para que outros grupos em outros lugares também compreendam, interpretem e entendam as ideias e os significados apresentados.

E a matriz arqueológica atualiza-se novamente, e pode ser observada em outros ambientes, com outros planos, como uma tela de computador. A mídia ou o meio de transferência de informações ganhou mobilidade. Saiu de um elemento estático, desde o uso do papel, transportável entre um local e outro. A tecnologia avança, mas não esquece seus elementos e modelos anteriores. Com o papel e sem projetores, já foi usado o flip-chart, em aulas e palestras.

Assim como povos antes dos limites reconhecidos como o período histórico deixaram marcas e escritas em cavernas e paredes de pedras, para outros caminhantes, a sociedade vai deixando informações em ruas e calçadas (outra nova matriz), para outros que ali vão passando. Enquanto no passado a mídia poderia ser uma rocha, formando uma parede ou um piso, hoje a mídia tem o cimento e o asfalto, que vão deixando marcas, com informações pelo caminho. A evolução e a tecnologia de hoje, permitem informações verticais e horizontais, independente do espaço.

Sobre o asfalto ou sobre o concreto das calçadas (horizontais) há informações que deixam e transmitem uma informação ou um conhecimento. Em postes e estacas com placas (verticais), outras informações e outros conhecimentos. Informações e conhecimentos que são validos para este momento. Informações codificadas com uma maior amplitude de entendimento e reconhecimento. Muitos grupos já conhecem e reconhecem as informações escritas e inscritas pelas ruas. Uma linguagem com um reconhecimento internacional.

Não são informações de um grupo ou de outro grupo andarilho, que estão estampadas pelas ruas. Mas informações geradas por uma sociedade, com um respaldo do poder publico, que grafa as informações. Símbolos e siglas de informações que preservam o espaço de pequenos grupos, ou grupos distintos. Criando respeito entre diferentes grupos, como estratégias de deslocamentos e convivência.

Outros grupos podem deixar suas grafias em muros e paredes de modo irracional ou ilegal. Tentam se destacar diante uma sociedade que não os respeitam ou não os reconhecem. Seus desenhos são a sua voz. Com seus grafites podem alterar a visibilidade de símbolos gráficos reconhecidos pela sociedade.

A sociedade atual já não vive em cavernas e não transita por trilhas e atalhos. Mas vive em casas e apartamentos e transita por ruas e calçadas. Mudaram os conceitos e os modelos de habitação e locomoção. Mudaram hábitos e sistemas de proteção. Mudaram-se armas e equipamentos para as atuais locomoções. E uma linguagem com símbolos (komunikologia), vai sendo inserida nas ruas e avenidas, passeios públicos e calçadas. Informações para que os próximos transeuntes possam saber quais espaços são reservados a outros, e os quais a ele é destinado. O que é possível fazer e o que não é possível fazer, sem incomodar ou atrapalhar o caminho do próximo.

Símbolos que disseminam uma informação e um conhecimento. Símbolos determinam e classificam um poder de acessibilidade, respeitando aquele com limitações de mobilidade. Alem das limitações de mobilidade de um portador de limitação de locomoção, um pedestre também tem uma limitação de mobilidade diante um veículo automotor. São diversos grupos e diversas são as necessidades, coletivas ou individuais.

Entre Natal/RN e Parnamirim/RN em 21/01/2015

O conhecimento que circula pelas ruas (2)

O Velho Guerreiro já dizia: Quem não se comunica se trumbica; e dizia também: na TV nada se cria, e tudo se copia. Uma alusão às palavras de Lavoisier (1743-1794), que disse: Na natureza nada se cria. Nada se perde, e tudo se transforma. Abelardo Barbosa estava com tudo e não estava prosa. Chacrinha tomou emprestado um teorema da ciência, e levou para a comunicação.

A comunicação esta por toda parte. Cada lugar e cada olhar podem gerar uma informação, e produzir um novo conhecimento. Informações inscritas e escritas em pisos e paredes. Olhares verticais e horizontais proporcionam conhecimentos transversais. As informações chegam pelos sentidos. Um céu que pode anunciar uma mudança no tempo para as próximas horas. Uma sensação de vento, de frio ou de calor, pode indicar uma mudança de temperatura.

A informação chega pelos sentidos organolépticos do corpo humano e pelos aparelhos criados pelos mesmos humanos. A informação chega via computadores, rádios, TV e etc.. Nas ruas também estão diversas informações. Um grafite ou uma pichação tem uma informação, assim como uma faixa amarela pintada no chão, marcando e delimitando espaços, como faixas de sinalização tátil.

O homem das cavernas saia em busca de alimentos. Com as grandes navegações europeus saíram em busca de especiarias. O turismo regional oferece aos seus visitantes comidas típicas de sua região. Experimentar um prato típico pode ser o primeiro contato físico e orgânico com a cultura de uma região. Alimento e informação andam paralelos na história e no conhecimento. Para obter alimentos e especiarias foi necessário informação e conhecimento. As primeiras e pequenas incursões geram os primeiros conhecimentos.

Abelardo Barbosa mais conhecido como Chacrinha, tinha por hábito distribuir alimentos ao publico e troféus aos participantes, que também podiam ser alimentos.

Com abacaxis e bacalhaus, agradava auditórios e telespectadores. Patrocinado por uma rede de supermercados que hoje não existe mais, usava uma cartola e sobre o peito um grande disco de discagem telefônica, lembrando antigos telefones. E levava uma buzina pendurada no pescoço, servia para reprovar calouros em seu programa.

Buzina um instrumento e um símbolo de pequenos comerciantes, que levavam ou ainda levam mercadorias em triciclos ou pequenos carrinhos, pelas ruas, e de porta em porta, acionando a buzina para atrair clientes. Pequenos comerciantes como: padeiros, sorveteiros, pipoqueiros, peixeiros, verdureiros e outros “eiros”. Cada comerciante ambulante pode utilizar um som, que com o tempo e o reconhecimento vai atraindo os fregueses.

Pipoqueiros podem alem de usar buzinas e suas vozes, podem usar também o aroma das pipocas, durante o processo de preparo de sua mercadoria, como estratégia de divulgação. A confecção de produtos alimentícios em espaços públicos mexe com colheres e aromas, o olfato sinalizando ao paladar.

Chacrinha fez associações entre as mercadorias e a comunicação, dando oportunidade a autores e cantores, e a calouros também, de exporem suas opiniões em suas vozes e suas canções. Os que ali em seu programa se apresentavam tinham uma oportunidade de apresentar seus produtos, como a suas imaginações usadas em suas composições, associada ao seu conhecimento. E tendo suas vozes, como instrumentos.

Desde os tempos muito remotos, o homem teve uma necessidade de se comunicar. O texto bíblico já mostra por diversas vezes, uma comunicação do homem com Deus. Uma comunicação entre o céu e a terra. E por vezes uma comunicação silenciosa, chegando a brados em direção aos céus. Hoje vemos e observamos igrejas e religiões. Umas com orações silenciosas, e outras com um grande bradar, lembrando chuvas torrenciais, trovoadas e relâmpagos. Alem de uma comunicação com Deus o homem teve a necessidade de se comunicar com outros homens, e até com animais. Pessoas com outras moradas, instaladas em outros lugarejos, em outras cidades, outros países e outros continentes.

As respostas sempre vieram do céu. Hoje o homem continua sua busca incessante em descobrir vidas em outros planetas, em busca de novos vizinhos planetários. Assim como Deus poderia enviar respostas, as vindas do céu, muitas respostas hoje estão armazenadas nas nuvens, e lá podem estar as respostas, de uma pergunta ou solicitação. Quando os portugueses enfrentaram os mares, podem ter avistado no céu uma coincidência, juntando duas cruzes: as pontas dos mastros de seus navios com a constelação do Cruzeiro do Sul.

Continuamos atrás de respostas vindas do céu. Vivemos em busca de novas descobertas siderais, para que possamos um dia se comunicar com os novos vizinhos. Vizinhos com os quais poderá ser possível trocar informações, trocar necessidades e negociar. Como o negociar de pousos e decolagens. Tal como navios e aviões negociam suas próximas escalas, por alguns mesmos motivos: de abastecimentos e manutenções; e para embarques e desembarques de mercadorias e passageiros. Navios e aviões que circulam em hidrovias e aerovias, com regras e obedecendo a critérios de navegação, aérea, marítima ou fluvial. Em breve poderemos ter o estabelecimento de rotas e regras para viagens siderais.

04/02/15

Entre Natal/RN e Parnamirm/RN

BR/BRA Palavras chaves: informação, conhecimento, comunicação. Komunikologia. DE/DEU Suchbegriffe: Information, Wissen, Kommunikation. Kommunikologie. ES/ESP Palabras clave: la información, el conocimiento, la comunicación. Kommunikologie. FR/FRA Mots-clés: information, la connaissance, la communication. Kommunikologie. IT/ITA Parole chiave: informazioni, la conoscenza, la comunicazione. Kommunikologie. US/USA Keywords: information, knowledge, communication. Kommunikologie.

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O conhecimento que circula pelas ruas (3)

O ato de negociar levou a uma necessidade entre os participantes de uma negociação, a necessidade de se comunicar, independentemente do idioma de cada um. Uma comunicação compreensível por ambas às partes do negócio. Uma comunicação precisa para que não houvesse falhas na compreensão das partes, de uma negociação. E assim evitar conflitos e constrangimentos futuros.

Conhecemos pelo estudo da história as viagens de povos navegadores e famosos mercadores. Povos que navegavam no Rio Nilo e no Mar Mediterrâneo. Povos que atravessavam países e continentes para obter mercadorias e especiarias. As grandes navegações começaram em função de um comercio impedido de ser realizado por rotas terrestres. Com objetivo de chegar às Índias para obter as especiarias, portugueses e espanhóis conquistaram outras terras. Criaram novos mercados e novas mercadorias. Os mares foram tomados por transportadores, mercadores, piratas e corsários.

O comercio internacional abriu os portos em diversos países para diversos outros países, promovendo troca de mercadorias e aumentando as divisas. Datas históricas são lembradas, nas datas em que determinados países abrem os seus portos às nações amigas. Com os movimentos de entradas e saídas de navios nos portos, critérios de navegação foram criados. Regras e critérios de embarque e desembarque, preferências e prioridades. Foram estabelecidos marcos e polos; meridianos e latitudes.

O movimento de portos e navios criou normas e regras. O comércio internacional criou siglas de ampla compreensão como: FOB (Free On Board), ou FAS (Free Along Side). Siglas caracterizando um acordo, e um comprometimento entre vendedores e compradores, exportadores e importadores, e envolvendo os transportadores. Um comprometimento de pagamento e de responsabilidade com a mercadoria, dentro de uma embarcação (FOB), ou no porto junto ao costado do navio (FAS). Outras siglas fazem parte do comercio internacional, para que os envolvidos na negociação, mesmo distantes um do outro não tenham duvidas quanto a compra ou a venda; ou a contratação de um frete, ou de um serviço para movimentar ou proteger a carga.

À medida que o homem vai se globalizando, uma nova linguagem vai se formando. Uma linguagem compreensível em qualquer parte do planeta. Sem critérios préestabelecidos ou com critérios vindos de reuniões e convenções. E esta linguagem vai se formando por necessidades. Não só nas relações de compra e venda se criam e utilizam siglas, mas nas viagens de passageiros também são criadas regras de embarque e desembarque, escalas, conexão ou baldeação. Siglas em portos e aeroportos.

Da mesma forma que a educação tradicional, com alunos sentados em bancos escolares, esta nova linguagem também chega a um grupo selecionado e elitizado. A nova comunicação também chega aos mais privilegiados, como aqueles que utilizam um avião ou um navio, em férias ou viagens de negócios, chega aos que enviam ou recebem uma carga. E aqueles que possuem ou utilizam um automóvel, viajando em estradas e rodovias, federais (BRs) ou estaduais (RNs, RJs, SPs e etc).

Viajar em um navio significa embarcar e desembarcar em um determinado porto. E outro código é criado, para não haver duvidas em embarques e desembarques, e na emissão de bilhetes de passagens, emissão de bagagens ou remessa de mercadorias.

Na navegação de cabotagem, pelo litoral da América do Sul podemos citar alguns portos: Montevideo/Uruguai (MVD), Rio Grande/RS (RIG), Paranaguá/PR (PNG), Santos/SP (SSZ), Rio de Janeiro/RJ (RIO), Vitória/ES (VIX), Salvador/BA (SSA), Recife/PE (REC), Natal/RN (NAT), Fortaleza/CE (FTZ), Belém/PA (BEL) e Manaus/AM (MAO). Todos os portos são reconhecidos internacionalmente por um código de três letras. Um conhecimento que desembarca e ocupa as ruas como uma linguagem comum a todos.

Nas comunicações em chats na internet são utilizadas palavras reduzidas e simplificadas com o reconhecimento de ambas as partes. O ato de se comunicar começa pelos laços mais simples. O uso de siglas reconhecidas e utilizadas em determinados conhecimentos, torna a comunicação mais precisa.

Roberto Cardoso

Entre Natal/RN (NAT) e Parnamirim/RN – 10/02/15

O conhecimento que circula pelas ruas (3)

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O conhecimento que circula pelas ruas (4)

Das ruas e pelas ruas, chegamos a um aeroporto. Com placas indicativas e ilustrativas pelas ruas e avenidas (sinalização vertical), e símbolos pintados sobre o piso ou sobre o asfalto (sinalização horizontal), chegamos com um veículo ao estacionamento de um aeroporto. Do estacionamento até o saguão de embarque poderemos encontrar sinais e placas destinadas a passageiros e pedestres; homens, mulheres e crianças.

Antes de embarcar inúmeras providencias e planejamentos são executados, pelos pilotos e pelas empresas aéreas. A aviação e os pilotos precisam enxergar bem à frente, antes que problemas aconteçam, ou chegue uma nova necessidade de decolar ou de pousar. As probabilidades e as necessidades do que possam acontecer, precisam ser estimadas e calculadas. É preciso saber o que acontece na próxima cidade, no próximo aeroporto, no próximo embarque ou desembarque, na próxima decolagem e no próximo pouso. É preciso avaliar rotas e alternativas para pousos e decolagens, contar com os imprevistos. Avaliar o tempo presente e o tempo passado (meteorologia), para estimar um tempo futuro, a previsão do tempo.

E o primeiro passo é identificar o próximo ponto de pouso ou decolagem. Identificar de modo que todos embarcados e não embarcados saibam de que ponto está se falando. Pontos definidos por latitudes e longitudes, alturas e altitudes; comprimentos e larguras das pistas. Oportunidades e facilidades oferecidas em cada aeroporto. E por fim, que o aeroporto tenha um nome reconhecido por todos. Para um entendimento internacional, siglas foram estabelecidas e utilizadas.

Todos os passageiros que embarcam ou desembarcam em um voo, e até mesmo aqueles que vão acompanhar passageiros em embarques e desembarques, já

iniciam um primeiro contato com este novo conhecimento. Um conhecimento que sai dos aeroportos e chega às ruas. Querendo ou não acabamos por inserir estes conhecimentos no dia a dia. Companhia aérea com local de check-in, e balcão de informações; Time table da companhia aérea. Hora de chegada e hora de partida; hora limite para despacho de bagagem e hora limite para o embarque. Portão de embarque e cartão de embarque. Placar com horários de partida e de chegada, Cias aéreas, destinos e procedências de voos.

Um conhecimento que começa na compra de uma passagem aérea pela internet ou em uma agencia de viagens que venda passagens aéreas. Um conhecimento para reconhecer o aeroporto de embarque e de desembarque, com possíveis escalas, conexões e baldeações, antes de chegar ao destino final. Cada aeroporto vai ser reconhecido por um código de três letras, código (IATA). Cada aeroporto também pode ser reconhecido por um código de quatro letras (ICAO), que alem de identificar o aeroporto, indica o país e o continente. Nas passagens aéreas comerciais o mais comumente utilizado é o código de três letras, ficando o código de quatro letras a outros aeroportos, e até aos mesmos. Aos aeródromos onde é possível encontrar unidades militares, serviços de busca e salvamento; e serviços de taxi aéreo. Assim acontece no Brasil.

Assim como os aeroportos comerciais são reconhecidos por um código de três letras, as companhias aéreas são reconhecidas por um código de duas letras. Quem embarca em Natal/RN (NAT) tem a possibilidade de chegar a qualquer ponto do país fazendo escalas ou conexões em Brasília/DF (BSB); em São Paulo/SP nos aeroportos de Guarulhos (GRU) ou Congonhas (CGH); ou ainda via Rio de Janeiro/RJ com o Aeroporto do Galeão (GIG), ou Santos Dumont (SDU). A cidade de Belo Horizonte/MG conta com dois aeroportos: Pampulha (BHZ) e Confins (CNF). O embarque em Natal oferece algumas companhias aéreas brasileiras como TAM (JJ), Gol (G3) e Azul (AD).

15/02/15

Entre Natal/RN e Parnamirim/RN, o Trampolim da Vitória.

BR/BRA Palavras chaves: informação, conhecimento, comunicação. Komunikologia. DE/DEU Suchbegriffe: Information, Wissen, Kommunikation. Kommunikologie. ES/ESP Palabras clave: la información, el conocimiento, la comunicación. Kommunikologie. FR/FRA Mots-clés: information, la connaissance, la communication. Kommunikologie. IT/ITA Parole chiave: informazioni, la conoscenza, la comunicazione. Kommunikologie. US/USA Keywords: information, knowledge, communication. Kommunikologie.

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O conhecimento que circula pelas ruas (5)

Entre o estacionamento de um aeroporto, e o saguão de embarque, várias placas informativas e elucidativas serão encontradas. Vários símbolos são encontrados no deslocamento entre o estacionamento e o saguão. Símbolos que transmitem uma informação e um conhecimento, símbolos destinados a uma pluralidade de pessoas que transita por ali. Diferenciados por suas nacionalidades; por suas regionalidades; por suas condições, e limitações de deslocamento.

Entrando na estrutura coberta para passageiros, o local onde os passageiros: transitam, embarcam e desembarcam: um conjunto de outras novas informações. Novas mensagens com imagens. Inúmeras figuras e imagens indicarão locais de interesse e necessidade. Imagens ou rugosidades podem transmitir uma informação, no chão ou em uma parede. Um piso táctil diferenciado por uma cor; alguns pontos em relevo juntos (Braille), próximos aos comandos de um elevador.

Chamadas pelo sistema de som, e painéis com as chegadas e as partidas, indicando o número do voo, horário previsto e empresa aérea. Chamada para checkin e chamada para embarque. Anúncios de chegadas e partidas, embarques e desembarques. A posição e condição que o avião se encontra: em voo ou aguardando; chegando, pousando, taxiando, ou estacionado no pátio; no horário ou atrasado; aguardando o embarque ou partindo. Informações dos portões de embarque ou desembarque, para cada voo também são indicados nos painéis, que vão se atualizando com o passar do tempo.

Encontramos pelo saguão e corredores símbolos que indicam as localizações de escadas fixas e rolantes, elevadores e plataformas de elevação; banheiros de uso feminino e masculino, com observação aos portadores de alguma deficiência de locomoção. Balcões de informações, e balcões para check-in de embarque. Setor de alimentação e setor de compras. Bancos e agencias de cambio. Informações turísticas e de saúde; polícia militar e polícia federal; inspeção da receita federal e inspeção sanitária.

Os balcões de atendimento das empresas aéreas são distinguidos pelas suas cores e seus símbolos. Suas marcas e logomarcas, ícones e logotipos. Os funcionários das empresas acompanham as cores empresariais em seus uniformes. Cada serviço oferecido ao passageiro pode contar com um símbolo ou um ícone, e as cores da empresa que prestam o determinado serviço. Símbolos e pictogramas que

podem e devem ter um reconhecimento mundial, independentemente do idioma falado pelo passageiro.

Símbolos, siglas e códigos transmitem uma informação e um conhecimento. Tanto as localidades de destino, de procedência e de origem, como também as empresas aéreas, podem estar representadas por códigos e logos nos painéis demonstrativos de voos.

Os códigos de três letras das cidades, com seus respectivos aeroportos atendidos pela aviação comercial foram estabelecidos pela IATA (International Air Transport Association), a Associação Internacional dos Transportes Aéreos. E os códigos de quatro letras pela ICAO (International Civil Aviation Organization), a Associação Internacional de Aviação Civil.

No aeroporto de Natal/RN (NAT/SBNT), dois pontos (aeródromos) que hoje estão distanciados. O aeroporto de Natal (NAT), que estava localizado no município de Parnamirim junto a BANT (Base Aérea de Natal), referenciado por SBNT, hoje esta localizado no município de São Gonçalo do Amarante. Ambas as cidades dentro da Região Metropolitana de Natal.

Quem parte de um aeroporto de uma capital estadual, com menor opção de linhas aéreas, tem a possibilidade de chegar a qualquer ponto do país, com a opção de voos internacionais. Fazendo escalas e conexões em Brasília/DF (BSB/SBBR); em São Paulo/SP nos aeroportos de Campinas (VCP/SBKP); Guarulhos (GRU/SBGR) ou Congonhas (CGH/SBSP); ou ainda via Rio de Janeiro/RJ no Aeroporto do Galeão (GIG/SBGL), ou Santos Dumont (SDU/SBRJ). A cidade de Belo Horizonte/MG conta com dois aeroportos: Pampulha (BHZ/SBBH) e Confins (CNF/SBCF).

Escolhida a cidade de embarque e a cidade de destino, vem a escolha da Companhia aérea, que pode ser representada por códigos também, com duas letras (IATA), ou com três letras (ICAO). A ICAO também criou códigos alfanuméricos para modelos de aviões: como Boeing 737 (B737) e Boeing 747 (B747). Querendo ou não os códigos vão assumindo um papel e uma representação no dia a dia.

Em 20/02/15

BRASIL - Entre Natal/RN e Parnamirim/RN

Palavras chaves | Palabras clave | Parole chiave | Keywords

BR/BRA Palavras chaves: informação, conhecimento, comunicação. Komunikologia. DE/DEU Suchbegriffe: Information, Wissen, Kommunikation. Kommunikologie. ES/ESP Palabras clave: la información, el conocimiento, la comunicación. Kommunikologie. FR/FRA Mots-clés: information, la connaissance, la communication. Kommunikologie. IT/ITA Parole chiave: informazioni, la conoscenza, la comunicazione. Kommunikologie.

US/USA Keywords: information, knowledge, communication. Kommunikologie.

O conhecimento que circula pelas ruas (5)

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Sobre um conhecimento contido nas ruas - Tomo I

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